O padrinho querido mora no Guarujá, tão perto daqui e tanto tempo que combinamos uma visita. Pois neste último sábado tudo deu certo: agenda, programação e tempo bom! Partimos marido, eu e a Oma (avó do ♥) para um dia na praia diferente! Incrível como a viagem é curta, surpreendente. Em uma hora estávamos a postos e com roupa trocada para curtir passeios pelas praias e um tour já bem estabelecido pelo tio quase caiçara. ;)
Entre os programas, uma surpresa para mim que de cara sabia que viraria pauta para o Cola: o Museu do Café de Santos. Quem aí se lembra da Bolsa do Café que funcionava pertinho aos portos das aulas de história? Esta mesmo, toda produção parava lá antes do escoamento. O pregão do café se instalou neste prédio de esquina lindo no centro antigo até meados de 1950, quando foi transferido para São Paulo. Então, o local ficou fechado, passou por reformas e abriu as portas com restauro impecável em 1998.
Para mim, o Museu do Café foi novidade. Mesmo encantada pelo tema, como sabem, desconhecia o programa cultural em sua homenagem. E fiquei muito bem impressionada com as instalações. Logo na entrada, imponente e ao centro, a gente encontra a sala da bolsa do café, tal qual a um fórum, onde o produto era julgado e tinha o preço definido. O piso de mármore é fantástico e tem um vitral lindo no teto. No andar acima, ficavam os barões do café, os grandes fazendeiros que traziam suas amostras e deviam ficar lá ansiosos aguardando o veredicto. Já quem fazia a degustação e avaliava a qualidade da amostra, eram especialistas que ficavam em uma salinha toda incrementada para a época. É essa da mesa circular e xícaras devidamente a postos.
Não é legal ver ao vivo um pouco da nossa história? O cafézinho é protagonista da nossa economia e ver imagens das grandes fazendas produtoras, fotos de quem trabalhava na lavoura e esse casarão lindo é curtir a nossa história. E óbvio, ao fim da visita, tem uma cafeteria que nos aguarda com bons tipos de café e doces fresquinhos. Meu bolo de laranja com fubá marcou a tarde. Adorei e recomendo a visita!
Pra quem também é de Sampa, acreditem, dá para ir almoçar, curtir a tarde e ainda voltar para o jantar. Foi o que fizemos sem cansaço algum. E pelo visto, tem mais várias atrações que merecem a visita! O Orquidário da cidade está também na minha lista.
Para saber horários e tarifa: www.museudocafe.com.br
Gostaram? Cola também é cultura, hein? ;)
P.S.: A foto ampla não veio do meu iPhone como as outras, viu? É daqui.
Antes que vá embora… Já está participando do sorteio lindo? Clique.
A tarde desta quarta foi reservada para pernar na feira Brazil Patchwork Show, que reune dezenas de expositores com exposições de novas ideias e materiais no Frei Caneca, além de estandes decorados como o da revista Make da Rita Paiva ou da Lu Gastal.
A semântica musical envolve as duas coleções. Nas artes da vez, as peças virão delicadinhas, delineadas em chapas de prata, perfeitas para serem usadas com cordões fininhos ou fios de silicone que provocam a sensação de leveza e ponto de luz. Daquelas para não tirar nunca, porque a gente nem sente!
Sou fã dessa moça e recomendo uma visita ao endereço (Rua Fidalga, 174 – Vila Madalena
São Paulo – SP) e bate-papo ao vivo ou de forma virtual em sua fanpage. Por lá dá pra acompanhar o dia a dia do processo. Para criações especiais como meu anelzinho, o e-mail é thais@thais-s.com.br. Como ela mesma define, a vontade é que cada peça seja um manifesto em fragmento! =)
Ah, e mais uma dica! Se forem num sábado, dê aquela esticada na feira livre pertinho! Pastel delícia que deixa quaquer finde mais típico paulistano e especial.