Decoração
17 jan 2014

Bom dia direto da bancada de café! #sextasualinda

Enquanto as tarefas começam a tomar seu rumo aqui no #sweethomeoffice, convido vocês a tomarem um café colorido em comigo! Esse é um dos cantos do lar cheinho de objetos com significados (coisa que se repete em todos os outros, rs) e que faltava ser registrado no Cola. (Essa história de colocar tudo só no Insta não pode, né?) Destaque para a garrafa de linha que foi um presente superquerido da nova leitora Rosiane e me encheu de alegria ao chegar aqui pelo correio. Ela tem um blog recente onde apresenta suas criações e descobertas do mundo craft! Um capricho só. Já o quadrinho é paixão à parte, obra do moço que me aguardava depois de uns dias trabalhando fora de casa. 


Bons goles de café e animação para hoje! Porque é sexta e tem muita coisa boa vindo aí! Passada rápida só para começar bem o dia. ;)

P.S.: Essa imagem da cafeteira-xodó-estrela-da-bancada me lembra esse post aqui sobre eletrodomésticos expostos. Como é bom vasculhar conteúdos de meses atrás! (Vai para o “Vale a pena colar de novo!”)
Decoração
15 jan 2014

O que servir? Antes da receita, pense em inovar na mesa!

Já que a fase está propícia para cultivar as plantas do lar e encher a casa de cor, é para uma mesa decorada que vamos levá-las para surpreender queridos visitantes (ou nós mesmas depois de um dia de trabalho)! Garimpar elementos para enfeitar uma mesa no #larmeuqueridolar foi logo o que me veio em mente para agradecer tantas visitas e comentários carinhosos nos últimos posts. 

Colocar peças especiais para uso e inventar arranjos diferentes também está entre as manias das manias caseiras? Quem logo pensa que são louças, copos e talheres sofisticados que montam uma mesa com estilo está bem enganada… Juntar às flores, garrafas que guardamos do último fim de semana de bons drinks (as minhas quatro Colorado esperando um uso agora agradecem o/), xícaras avulsas, latas de chá e azeite, além de combinações inusitadas de jogos americanos e passadeiras podem trazer efeito dos mais ricos à refeição. 

Dúvida zero ao passar os olhos pelas imagens abaixo, não é?

Valem girassóis para contrastar com vermelho para a Luciana que ama esta espécie… Fica a inspiração para a Francine e Pat que podem ter os últimos dias de floração da orquídea decorando uma jarra com folha de abacaxi, flores de corte para as garrafas, gerberas na xícara para a Pri, ou para as minhas colegas de paixão por suculentas, fica a sugestão de cederem também um lugar a elas ao centro da mesa. 


Enquanto o fim de semana não chega com novos visitantes ao lar, vale trazer novas ideias para a própria mesa do dia a dia. Afinal, quem disse que receita bem elaborada e mesa florida não combinam com refeições diárias? Bora colocar novos detalhes e deixar até mesmo a salada dos jantares do tipo detox mais atraentes. :) 

Quer um estímulo? Te dou uma missão: incorpore uma peça que jamais pensou em usar para dar suporte a uma flor ou incorpore um objeto que só usava em ocasiões especiais no próximo jantar. Se você mesma não abrir um sorrisinho para sua décor especial antes da primeira garfada, Cola te dá seu sorriso de volta, volte para contar!
♥ Algumas imagens vêm deste blog gracinha, outras vagavam sem autoria, as últimas chegaram deste post de quando o Cola engatinhava e aquelas com decoração com orquídea (e desenhos incríveis na canela!) guardava na minha Canon desde um almoço no Bistrô dos Amigos em Paraty. 

Obrigada por ter vindo e sinta-se à vontade para levar sua flor de preferência como lembrança! 

P.S.: Quer passear por um outro post lá atrás que também tem inspirações semelhantes? O jantar de noivado prova que o gosto não mudou. :)
reflexão
14 jan 2014

O que a suculenta me ensina diariamente ou o amadurecimento da casa

Tô num momento do lar, das reflexões caseiras, do cuidado com os seres vivos e coloridos que aqui moram, minha gente. Aguentem a fase felizes e contentes, cola-leitoras. Isso é sinal de que o Cola trará sempre novidades e que a autora que lhes escreve dedicará seu tempo no aconchego do ninho para ter mais ideias de criações e pautas. (rá! como convencê-las de que meu momento monotemática será bom para todas!) ;)

Introdução feita e argumentos bem colocados, parto para o tema da vez: a salve salve e paixão avassaladora suculenta. A planta que é pop entre as jardineiras e donas de casa novatas por não necessitar de grandes cuidados e habilidades conquistou meu coração. Por culpa desta Echevéria (Echeveria glauca) – quem diria que um dia saberia seu nome científico – hoje não passo um dia sem apreciar seu crescimento e mimar suas novas flores. É muito carinho envolvido!



O tom é todo humorado e irônico, mas há tempos venho falando comigo mesma que escreveria sobre o quanto esta suculenta que se adapta facilmente ao seu habitat e dá graça onde vive me ensina diariamente. 

 Senta que lá vem história…

A relação apaixonada começou com a mudança para a casa nova e isso explica bastante. Ganhei a Echê (agora que sei o nome, vamos ao novo apelido) da minha sogra uma semana antes de sair de São Paulo. As caixas já estavam quase todas feitas (mentira) e aquele vaso redondo e volumoso seria o último integrante da trupe a embarcar para nossa nova fase. 

Parti primeiro e o moço ficou mais alguns dias finalizando a arrumação. Seria minha a função então de receber o caminhão na nova cidade e novo lar e deixar o ambiente aconchegante para sua chegada (com lindas mãozinhas ajudantes). E não é que a Echê chegaria cambaleando de um lado ao outro do caminhão? Na minha cabeça de apaixonada por suculenta, ela teria vindo no banco da frente do carro, ao lado dele e com cinto de segurança atado. Mas… Veio bravamente com os móveis e fora de qualquer caixa “para não machucar suas folhas”. Ok, fora algumas pontas a menos, ela já se mostrou determinada. Foi aí que a observação desta #suculentaaddicted começou. :)

Aquela planta bojuda e, na época, rasteira, foi parar na estante da varanda. Meus dias que sempre se iniciam neste mesmo ambiente então começaram a se voltar também para ela, além da vista. E a mascote foi crescendo… Passou o inverno cheio de vento, passou uma primavera ansiosa e lá estava a Echê ganhando mais folhas e mostrando que se adaptaria perfeitamente ao novo habitat. E brinco então que ela cumpriu esta tarefa melhor e mais rápido do que eu. Com poucas regas, ela foi se desenvolvendo com a umidade do mar. Aquele calor que foi chegando do verão, só lhe trouxe brotos lindos e a disputa com a paisagem cada vez mais bonita nesta estação, só lhe fizeram bem e lá foi ela ganhar mais volume e altura para se mostrar presente. Para falar a verdade, ela mostra tanta segurança que nem mesmo deve ter pensado em concorrer, mas em compor em conjunto. :)

A suculenta que se tornou parte viva e mutante do novo lar, parece que foi mostrando que a casa estaria mais nossa, mais ocupada depois destes sete meses de convívio. Se as minhas correrias se tornaram mais caseiras, mais cuidadosas, mais observadoras, a vida desta suculenta na varanda está bem relacionada. 



Fora de São Paulo, aprendi a olhar para fora também para buscar mais luz, reparo mais nas mudanças de tempo e também mudo com ou sem a umidade do mar, assim como tento exercitar minha paciência a cada dia porque sei que vem o broto e então vem flor… E a suculenta está aí, linda e cheia delas. Se antes quando a trouxe comigo para cá não imaginava como ela suportaria este cacho recheado de flores e onde se encaixaria em sua estrutura, hoje vejo que tudo cresce da forma mais harmônica e constante. 

Está aí: é possível aprender com as suculentas. E a gente aqui achando que a vida tem que ser corrida e racional e que a gente é que tem que dar dicas de como cuidar dessas plantas em posts. 

Fica a história, ficam meus cola-devaneios e também a sugestão de cultivá-las se possível em vasos de cerâmica (ando com um medo de transplantá-la!) e aguarem poucas ou uma única vez na semana. Já quanto a sua floração… Adquira uma e aguarde até a primavera ou verão… É surpreendente. Nem tudo que vem prontinho e já na sua melhor forma é o mais encantador. E assim tenho percebido na nova rotina, na nova cidade e no novo lar. Que agora floresce e tem me feito monotemática. :)

Se também exercitou a paciência e chegou até o final… Teria uma relação assim com alguma planta-mascote em seu lar? Ou a Ma que colacorelinha lhe pareceu fora da caixinha? 

Bons links para quem procurava um post prático:
Decoração
12 jan 2014

Área de serviço charmosa: a prova do apego à casa

Há algumas evidências que indicam um grande (ou gigante) apego ao cuidado com a casa e as funções de Amélia moderna. Entre elas poderia citar: 1. o sorriso ao passear por uma loja de utensílios domésticos, 2. a vontade de colecionar aromatizadores de ambiente no lugar de perfumes franceses, 3. o equilíbrio fácil e indolor entre gastos pessoais e gastos para tornar o lar aconchegante (com balança pendente para a direita), 4. a satisfação após uma arrumação daquelas, 5. a alegria de colocar música pela casa para e, leiam bem, dar um trato na área de serviço em um domingo ensolarado

Os cinco itens não lhe pareceram nada irreais e de outro mundo? Minha cara cola-leitora, você é das minhas ou vive fase similar: anda apegada ao seu lar doce lar e nada lhe faz tão bem quanto tornar este ambiente mais acolhedor. 

Alguns instantes antes desta foto não me dariam orgulho algum, ou melhor… Eu disse orgulho? Coragem de fazer estes cliques aqui para o querido Cola! A minha área de serviço há agora sete meses é bastante favorecida: tem iluminação natural, jardinzinho, canteiro, espaço para varal, tanque e máquina (lava e seca, sua linda!). Porém, mesmo com todos esses atributos, não andava com sua melhor organização ou performance. Culpa de sua dona que ainda não havia percebido que sua estética e aconchego estão intimamente ligados à carinha das roupas na arara e na cama. ;)

Agora, com sorriso largo e vontade de ler um livro sentadinha ao pé da escada que finda neste quintal, me vejo feliz por ter lavado roupas à mão com o sabão de côco fácil de achar e guardar, por ter o porta sabonete líquido para lavar as mãos após uma jardinagem gostosa, os pregadores em ordem, suculentas a postos (porque não podem faltar em ambiente algum) e certa graça entre os elementos. Tudo muito mais convidativo para que a manutenção continue sorridente.


Quando a gente é novinha (digo, adolescente, porque novinha podemos ser pra sempre!), o nosso quarto, aquele mural de fotos, os seus enfeites pelas estantes parecem representar nosso estado de espírito. Agora, com quase dois anos completados de casada, estou achando divertido perceber como vamos nos apegando a cada canto da casa da mesma forma e como até mesmo a área de serviço pode nos cativar e se tornar um reflexo da personalidade… Da família, do casal que ali vive. :)




E aí em seu lar? Também rolam cliques ou em algum domingo ensolarado ainda vai acontecer uma extreme makeover? Se puder dar uma sugestão de dona de casa-multitarefas-home-officer, aí vai: não dispense agrados e detalhes que te fazem animada e contente com o ambiente nem mesmo nesta área funcional do lar. 

Qualquer espaço pode ficar digno de um papo com café ou uma tarefa de casa mais inspirada!

P.S.1: cantos mais caóticos foram devidamente dispensados de fotos.
P.S.2: nenhuma marca de produto de limpeza incentivou o post, mas a Ma Cola Amélia não veria probleminha algum em ganhar jabás para o lar. rs Beijo pra quem também ama passear pelos corredores de limpeza no super!