colagulinha
03 fev 2013

Hora do café colecionável e com estilo! #coladora

O assunto pausa para o café é um tanto quanto recorrente aqui no Cola, pode ir lá na busca e digitar a palavrinha que vai ver milhares de posts sobre o tema. Com ou sem bolo, com ou sem bate-papo entre amigas e até na modalidade onde apreciar uma boa xícara por aí! 

Todo esse desenrolar sobre o tema se deve à minha paixonite pela bebida, coisa que pode até ser chamada de vício de uns tempos pra cá. Mas aprecio mesmo! E não consigo chamar de tarde, período que não tenha uma ou duas pausas para me deliciar com a bebida quentinha, recém feita e com direito a um respiro entre textos, criações ou postagens. 

Daí que por sempre ficar com os olhos abertos para novidades relacionadas ao tema, dei dois pulos recentemente: um deles diante de uma vitrine do oásis da Nespresso em meu shopping quintal de casa, quando me deparei com a lindeza e design impecável da coleção Pixie. De cara achei genial a ideia da marca desenvolver canecas que não esquentam com o formato querido da cápsula! Sofisticado curtir um cafezinho nessa delícia, hein? E então, o segundo pulo e também mega eufórico, ao trombar em uma loja de mil coisas para a cozinha, com uma paleta de cores em forma de xícaras da apaixonante e francesa Le Creuset. A mini para cafezinho é perfeita e até tem valor modesto. Amei demais e até já virou presente para um primo querido!

Tinha que colar por aqui essas duas epifanias recentes. Ambas parecem fáceis de se encontrar em lojas próprias das marcas ou licenciadas. (Aceito uma de cada, pfv!) Ficam de dica para quem também é vidrado no gostoso e revigorante café de cada dia, seja feito na máquina, no coador, na cafeteira italiana, na meinha individual. ;)

Beijo beijo e bom domingo! Já já parto para curtir a hora tão aguardada! Bon appètit!
DIY
31 jan 2013

Faça sua gordice você mesma!

Rabanada para você, Arme Ritter para minha Oma e gordice das mais deliciosas para mim! Vamos de DIY comestível no melhor estilo dos posts de avó que você só encontra no Cola? rs

Em tempos de foto de Instagram no espelho da academia no meio do treino diário, deve ser praticamente considerado um pecado publicar qualquer coisa frita na web… Mas estou aqui feliz e contente quebrando essa regra pra mostrar como pode ser fácil fácil preparar um simples pãozinho amanhecido macio, molhadinho, frito e com açúcar e canela, minha gente! Depois dessa descrição final, alguém aí continua dizendo que não pode? Que só foto na esteira ou com peso nas panturrilhas ou com o tênis da corrida está na vibe do momento? Ok, ok, devore apenas uma rodelinha e saia sorrindo a tarde toda!

E também, tem outro motivo muito importante para o post… Eu aqui iria perder a chance de pedir para a Ominha parar de quebrar o ovo no momento certo para o clique? Assim, com suas unhas sempre lindas e bem feitas? Não dá pra deixar de brincar de PAP com a avó, né? 

Então, aqui vai a receitinha que todo mundo já deve ter armado na cozinha um dia, mas feita pelas mãos da linda Dona Linda:













































A dica deste Arme Ritter (termo em alemão deu aquela glamourizada na receita, hein?) é jamais misturar o leite na mesma tigela do ovo. Diz a Oma que o leite vai entrar mais no pão assim, já o ovo, bem mexidinho, só vai selar o pão e criar a casquinha. Ah a casquinha! A gente entende e respeita, né? Outra sugestão da chef do dia é usar o pão italiano do dia anterior. Porque aí a gente garante a borda bem tostada! De novo, em coro: Ah, a casquinha!

Aí, todo o processo tá fácil, né? Nem doeu ver o óleo borbulhando, vai? Ma Cola jura que sobirá todas as escadas do metrô correndo amanhã e ainda se negará até a entrar nas esteiras gigantes entre as estações. Palavra de quem se deliciou sem dó com umas rodelinhas com café recém coado. Ai, ai…

Indico essa arte handmade em qualquer uma das suas tardes, viu? 

Amei, Oma! (E os nossos esmaltes novamente arrasaram na harmonia!)
reflexão
30 jan 2013

Doses de novidades diárias. É possível? #reflexãodocola

O pensamento veio, não à toa talvez, quando passava em frente a um enorme e lindo e superatrativo painel na estação de metrô em Ipiranga.

Tinha acabado de subir com passos rápidos vários lances de escadas rolantes que nunca tinha passado na vida, em um bairro que mal tinha notado na minha cidade natal e bem diferente do que havia estado no dia anterior e mais ainda do que estive hoje. 

Resolvi parar e levantar a cabeça por uns instantes pra olhar o painel. Aí que na frente da gigante e populosa cena, matutei o quanto a nossa própria rotina pode ser diferente diariamente, se a gente assim o quiser e fizer pequenos gestos para mudá-la. E o quanto tenho associado isso à valiosa independência… 

Porque pense bem, mesmo não podendo estar em um bairro diferente ou em um papel diferente a cada dia, o que ainda acho que somos nós mesmos que escolhemos, você pode sim fazer das suas tarefas ou compromissos ou missões mais criativas, enriquecedoras, ou que parecem significar, para mim, independentes ou longe de serem tediosas. Já pensou nisso? Sinto cada vez mais o quanto um dia a dia múltiplo, em que temos (e nos forçamos para ter) certa mobilidade para desenhar as criações e produções das suas horas e movimentos, torna-se mais proveitoso. Dar-se um tempo para olhar pra cima e ver algo diferente, repensar uma tarefa, trocar o período de trabalho, produzir em um lugar novo, possibilitar novos encontros, experimentar outras situações: tudo isso soa a novas oportunidades. 

Peguei outro lance de escada cheio de gente e entrei no metrô com destino ao meu bairro, para uma segunda etapa que o dia ainda prometia, toda satisfeita por começar a enxergar de maneira nova o meu sentido para independência. Com mais movimento e novidades. 

Será que também faz efeito para os seus dias e seus processos criativos?  :)
A receitinha sempre funciona: Bote uma pitada de autonomia e tempere com coragem e liberdade a gosto! Ah, e não reserve… Já coloque à mesa ou… Em prática!

Créditos craft: 
Painel criado em 2007 para a estação Alto de Ipiranga pelos artistas William Duncan, Alex Resende e Ilka Lemos. Link para o processo criativo aqui
Moda Criativa
27 jan 2013

Entre cacos e encaixes – Design por Manu Romano

Manu Romano, arquiteta com pós graduação e mestrado em Design da Moda, passou por duas marcas como designer de bijouterias até criar suas próprias linhas e desenvolver seu trabalho autoral e mega original. A mineira de BH diz que suas primeiras criações foram aos 12 anos quando já aprontava seus brincos para vender no colégio, desde então, conta que suas mãos não pararam de criar. 

Sempre gostou de usar materiais inusitados para suas produções, mas a ideia de quebrar cacos e encaixar diferentes artes de azulejos veio para ornar com estampas de uma marca de roupa que brincava com o tema Jorge Amado. Manu passou então a caçar peças antigas e com desenhos bem trabalhados naqueles “Cemitérios de Azulejos”. Diz combinar até sete tipos de louças nos colares azuis para atingir esse mosaico como resultado! E também, em nosso papo por e-mail, também revelou que nem sempre os cacos ficam ideais para os encaixes… Vale muito teste e treino para alcaçar esses formatos! Verdadeiro quebra-cabeça.

A sua marca ‘mariposa e otra cosa’ ainda é bastante manual (o que a gente comemora) e tem até sua embalagem handmade. Tudo feito sob encomenda e pela própria Manu. E foi mesmo essa característica que me fez ir atrás dela no insta! Assim que vi esta caixinha com jeito de especial, procurei a autora da obra e descobri essas maravilhas! Impossível não colar seus cacos por aqui. Aliás, nada de colar, o mais incrível é mesmo a imperfeição dos cacos e a exclusividade de cada conjunto! 

Pode imaginar o efeito que a arte causa a uma simples camisetinha branca? Tô aqui deslumbrada pensando. Quer ver mais? Os cacos desta moça e outras artes estão no seu portfólio e os colares você pode encomendar com ela mesma por e-mail

Cola amou muito.